quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

DESCONCERTANTE

Te sentir tão por perto,
E ao mesmo tempo,
tão pelo avesso...
Foi doído sim!

Havia um lugar lindo
onde pudéssemos ir,
sem nada pra bloquear...
mas haviam também pessoas
que nos limitavam,
distanciavam,
mesmo sem perguntar.

Foi um momento importante!
Imprescindivelmente
desconcertante...
ver-te ali tão,
sem poder te tocar.

texto dos anos 80....

VIAGEM NA LAGOA

Seu olhar ficou no espelho na janela,
Adormecido nos óculos.
Sua voz cantando agora, o disco,
Diz como eu fico
e se me dá razão.

A chuva cai na lagoa,
gansos ainda estão por la.
Estou sozinha e não importo com a rua,
tenho violão, posso voar.

Já é tarde, é quarta-feira na vida,
depois que o show termina é vazio, é vão.
E eu, tão jovem, amando a linha da lua,
ficando em versos, presa na canção.

O vento sopra a fumaça.
Soubera então levar-me daqui,
Fiquei todo esse tempo na espera,
Meu Deus quem dera, esse sorriso triste mudasse dai!

A curva não será esquina,
me levará ai...
porque o tempo, menina,
o tempo, brinca com a gente sim!

Letra e musica de 1981.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Além de nós

Não tiro de mim
nenhuma possibilidade
de ser feliz
Mesmo nossas diferenças tão iguais
Que muito além de nós
nos perdemos...

E busco a paz,
minha verdade inteira,
não sei ser meia
Quero muito mais de mim,
de tudo!

E no meu coração,
quase tristeza,
uma alegria imensa
de saber que amor
é o que sentimos sós!

Meu quase amor,
você não quis sentir a dor
de ser de mim....
de fazer parte
de minhas fronteiras...

eu acredito na emoção
até de coisas passageiras!!!

Tenha em suas mãos
o meu carinho
e o que incomoda agora
breve vai
pra algum lugar tranquilo.

(musica e letra Luisa Galvão, composta em 16/10/1991)

sexta-feira, 18 de maio de 2012

VIVER OU JUNTAR DINHEIRO?

Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários.
Lá vai: "Prezado Max, meu nome é Sérgio, tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada: Quando era jovem as pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora dizem que tenho que escutar os jovens, porque são mais inteligentes.
Na semana passada li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa... Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, então descobri, para minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário.
Bastava não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária.
É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto absolutamente feliz em ser pobre.
Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje, aos 61 anos, não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde. Portanto, viajar, comer pizzas e cafés, não faz bem na minha idade e roupas, hoje, não vão melhorar muito o meu visual!
Recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro em suas contas bancárias, mas sem ter vivido a vida".
"Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço."


Max Gehringer

quinta-feira, 10 de maio de 2012

DAS VANTAGENS DE SER BOBO


O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar o mundo. O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: "Estou fazendo. Estou pensando."

Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia.

O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas humanas. O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver. O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski.

Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro. Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranqüilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo não percebe que venceu.

Aviso: não confundir bobos com burros. Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: "Até tu, Brutus?"

Bobo não reclama. Em compensação, como exclama!

Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu. Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz.

O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos. Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil. Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida. Bem-aventurados os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem.

Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!

Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas. É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.
Clarice Lispector

quarta-feira, 2 de maio de 2012

DELICIA PURA!!!






















Passeei no Caminho da Beleza, em um dia vivido calma e profundamente!!! A exuberância da natureza em sua magnitude de variados humores: ventos fortes, nuvens pesadas, chuva e depois céu azul e o estrondar da cachoeira que me lavou a alma e encheu meu coração de sentimento bom. E tudo o que sinto é gratidão!!! E sinto o vento me trazendo companhia, alegria e amor!!! Ahooooooo!!! Grande Espírito!!!! Graaaaatttaaaaaaaaaa!!!!

quinta-feira, 3 de março de 2011

domingo, 12 de dezembro de 2010

FELIZ ANO NOVO!

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Foto e texto Luisa Galvão

terça-feira, 23 de março de 2010

SIMPLES ASSIM...

Fotos: Luisa Galvão

CARNAVAL AZUL!

Fotos: Luisa GalvãoAnjo no Céu






terça-feira, 22 de dezembro de 2009

JARDIM

"Um amigo me disse que o poeta Mallarmé tinha o sonho de escrever um poema de uma palavra só. Ele buscava uma única palavra que contivesse o mundo. T.S. Eliot no seu poema O Rochedo tem um verso que diz que temos "conhecimento de palavras e ignorância da Palavra". A poesia é uma busca da Palavra essencial, a mais profunda, aquela da qual nasce o universo. Eu acho que Deus, ao criar o universo, pensava numa única palavra: Jardim! Jardim é a imagem de beleza, harmonia, amor, felicidade. Se me fosse dado dizer uma última palavra, uma única palavra, Jardim seria a palavra que eu diria.
Depois de uma longa espera consegui, finalmente, plantar o meu jardim. Tive de esperar muito tempo porque jardins precisam de terra para existir. Mas a terra eu não tinha. De meu, eu só tinha o sonho. Sei que é nos sonhos que os jardins existem, antes de existirem do lado de fora. Um jardim é um sonho que virou realidade, revelação de nossa verdade interior escondida, a alma nua se oferecendo ao deleite dos outros, sem vergonha alguma... Mas os sonhos, sendo coisas belas, são coisas fracas. Sozinhos, eles nada podem fazer: pássaros sem asas... São como as canções, que nada são até que alguém as cante; como as sementes, dentro dos pacotinhos, à espera de alguém que as liberte e as plante na terra. Os sonhos viviam dentro de mim. Eram posse minha. Mas a terra não me pertencia.
O terreno ficava ao lado da minha casa, apertada, sem espaço, entre muros. Era baldio, cheio de lixo, mato, espinhos, garrafas quebradas, latas enferrujadas, lugar onde moravam assustadoras ratazanas que, vez por outra, nos visitavam. Quando o sonho apertava eu encostava a escada no muro e ficava espiando.
Eu não acreditava que meu sonho pudesse ser realizado. E até andei procurando uma outra casa para onde me mudar, pois constava que outros tinham planos diferentes para aquele terreno onde viviam os meus sonhos. E se o sonho dos outros se realizasse, eu ficaria como pássaro engaiolado, espremido entre dois muros, condenado à infelicidade.
Mas um dia o inesperado aconteceu. O terreno ficou meu. O meu sonho fez amor com a terra e o jardim nasceu.
Não chamei paisagista. Paisagistas são especialistas em jardins bonitos. Mas não era isto que eu queria. Queria um jardim que falasse. Pois você não sabe que os jardins falam? Quem diz isto é o Guimarães Rosa: "São muitos e milhões de jardins, e todos os jardins se falam. Os pássaros dos ventos do céu - constantes trazem recados. Você ainda não sabe. Sempre à beira do mais belo. Este é o Jardim da Evanira. Pode haver, no mesmo agora, outro, um grande jardim com meninas. Onde uma Meninazinha, banguelinha, brinca de se fazer Fada... Um dia você terá saudades... Vocês, então, saberão..." É preciso ter saudades para saber. Somente quem tem saudades entende os recados dos jardins. Não chamei um paisagista porque, por competente que fosse, ele não podia ouvir os recados que eu ouvia. As saudades dele não eram as saudades minhas. Até que ele poderia fazer um jardim mais bonito que o meu. Paisagistas são especialistas em estética: tomam as cores e as formas e constróem cenários com as plantas no espaço exterior. A natureza revela então a sua exuberância num desperdício que transborda em variações que não se esgotam nunca, em perfumes que penetram o corpo por canais invisíveis, em ruídos de fontes ou folhas... O jardim é um agrado no corpo. Nele a natureza se revela amante... E como é bom!
Mas não era bem isto que eu queria. Queria o jardim dos meus sonhos, aquele que existia dentro de mim como saudade. O que eu buscava não era a estética dos espaços de fora; era a poética dos espaços de dentro. Eu queria fazer ressuscitar o encanto de jardins passados, de felicidades perdidas, de alegrias já idas. Em busca do tempo perdido... Uma pessoa, comentando este meu jeito de ser, escreveu: "Coitado do Rubem! Ficou melancólico. Dele não mais se pode esperar coisa alguma..." Não entendeu. Pois melancolia é justamente o oposto: ficar chorando as alegrias perdidas, num luto permanente, sem a esperança de que elas possam ser de novo criadas. Aceitar como palavra final o veredicto da realidade, do terreno baldio, do deserto. Saudade é a dor que se sente quando se percebe a distância que existe entre o sonho e a realidade. Mais do que isto: é compreender que a felicidade só voltará quando a realidade for transformada pelo sonho, quando o sonho se transformar em realidade. Entendem agora por que um paisagista seria inútil? Para fazer o meu jardim ele teria que ser capaz de sonhar os meus sonhos...
Sonho com um jardim. Todos sonham com um jardim. Em cada corpo, um Paraíso que espera... Nada me horroriza mais que os filmes de ficção científica onde a vida acontece em meio aos metais, à eletrônica, nas naves espaciais que navegam pelos espaços siderais vazios... E fico a me perguntar sobre a perturbação que levou aqueles homens a abandonar as florestas, as fontes, os campos, as praias, as montanhas... Com certeza um demônio qualquer fez com que se esquecessem dos sonhos fundamentais da humanidade. Com certeza seu mundo interior ficou também metálico, eletrônico, sideral e vazio... E com isto, a esperança do Paraíso se perdeu. Pois, como o disse o místico medieval Angelus Silésius:

Se, no teu centro


um Paraíso não puderes encontrar,


não existe chance alguma de, algum dia,


nele entrar".

Texto de meu amado e inspirador Rubem Alves

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

GARÇA REAL

Ontem fui, com alguns amigos queridos, passar o dia numa cachoeira linda!
Vimos tantos encantos da natureza, que estou ainda extasiada!
E um dos presentes que recebemos, foi a visita de uma garça real.
Bicho totalmente encantador, com suas cores, sua elegância e sua presença.
Ficamos todos fascinados e perplexos com aquela aparição, mesmo porque ninguém conhecia aquele ser.
E aos pés da cachoeira ela fez seu banquete de peixinhos que tentavam subir as águas.
E nós, nos alimentamos de beleza, harmonia, luz, paz e amor.
Nos reunimos no grande salão de pedras recobertas por musgos que parecem cidades... e envolvendo o salão,  uma florestinha úmida e aconchegante, refrescada pela garoa vinda das águas ao bater nas pedras... sol brilhante e céu azul de nuvens gorduchinhas e brancas...
Fizemos uma fogueirinha nas pedras para trazer a força do fogo em nossas vidas... troncos e galhos esculpidos pela força da água nos mostraram formas originais e bem significativas para nosso momento.
Recebemos uma chuva de luz, com os pingos da cachoeira!
E nos enchemos de amor!
Amor por nós mesmos! Amor entre nós! Amor pela a natureza! Amor com DEUS!
Foi um dia rico! Um dia feliz! Um dia de luz!
E eu sou muito grata!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

PARA VOCÊ!

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

PORTAL ARCO IRIS

Foto: Luisa Galvão

ARCO IRIS NO PIZZARÃO

Foto Luisa Galvão

PIZZARÃO

Foto: Luisa Galvão

terça-feira, 24 de novembro de 2009

FIM DE SEMANA

Foto: Luisa Galvão

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

HOJE EU TÔ COM SAUDADE!

Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.


Clarice Lispector

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

ÊTA MUNDÃO D´AGUA!

Foto: Luisa Galvão

FIM DE SEMANA SEM GRANA

Aproveitar um dia de sol... ou de frio, com ou sem chuva...
Disponibilizar coração, sentidos e músculos para conhecer a natureza...
E mergulhar, devagarinho, em cada cantinho que puder entrar!

Um sábado, um domingo, um feriado qualquer...
Alguns bons amigos, frutas doces e suculentas,
Sorriso nos lábios e o canto dos pássaros vai me receber!

Sempre vejo muitos bichos.
Lindos exemplares do equilíbrio natural da vida.
Água é sempre fundamental...
Como é imprescindível um tempo de silêncio para adoração e agradecimento.

Tenho vivido assim...
Simplicidade e leveza...
Conversas boas e admiração por cada coisa vista, cada passo dado, cada som que me envolve num ritual de troca de presença...
Eu admiro, contemplo e absorvo...
Recebo a natureza toda que se mostra em quadros de excepcional beleza e brilho.


Nadar no rio...
Lavar-me na cachoeira,
Refrescar-me dentro das pequenas florestas e matinhas serenadas pela água ao redor!
Escorregar pelas raízes que fazem degraus e que me levam aos recantos mais lindos!
Tomar sol e respirar o ar puro... ou molhar-me na chuva pra lavar a alma.

Aqui e ali,
Lá e acolá...
qualquer lugar no mundo...
Onde quer que eu vá,
O amor pela natureza me guia, me completa e me inspira!

ACHADO

Texto e foto: Luisa Galvão

Depois de tragar meu primeiro cigarro,
Pensando em você tranquei-me em meu quarto.
Deitei na cama de corpo suado,
Mergulhei o pensamento em prato e,
Embora os músculos paralisados,
Descobri no meu peito o que havia de errado.

Era sim, o compasso do coração!
Sentimento muito solto gerou tal vibração,
Que mesmo estando inerte,
minha alma concentrava a ternura e a paixão.

Pouco depois,
Encabulada ao olhar-me no espelho,
Olhos vermelhos, rosto molhado...
Sufocado o despeito da perda, saí de casa revidada.

Passei pelas ruas sozinha, mas não deserta.
Na certa se me visse,
Diria que eu procurava alguém, mas
Nada estava mais perto que meu achado.

Desmanchei-me em chamas... olhos abertos,
Sorriso nos lábios
Quando olhei para o céu e só a lua
Participando de minha loucura,
Caminhava comigo clareando ruas escuras
E me trazendo de volta o que foi minha e sua:
A razão de viver!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

SENHORA AO SOL

Foto: Luisa Galvão

MULTICOR

Foto: Luisa Galvão

FORMOSO

Foto: Luisa Galvão

COMPOSIÇÃO

Foto: Luisa Galvão

ALGUÉM SABE QUE BICHO É ESSE?

Foto: Luisa Galvão

CATEDRAL

Foto: Luisa Galvão

CARINHOSO

Foto: Luisa Galvão

CARCARÁ ANDARILHO

Foto: Luisa Galvão

VERMELHO II

Foto: Luisa Galvão

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

OLHAR PROFUNDO

foto: Luisa Galvão

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

CASA

Foto: Luisa Galvão

POR DO SOL AZUL

Foto: Luisa Galvão